quarta-feira, julho 09, 2008

Não estou, nem vou.

Pelo menos hoje você está livre dos meus textos pobres e pseudo-engraçadinhos, os quais nem ouso chamar de literatura e caso ousasse a chamaria de barata, na verdade gratuita.
Um feriado, somos tão ricos destes salpicando em nossos calendários tupiniquins, mas tão escasso em datas providenciais neste ano de 2008.

Quarta-feira, não estou aqui e nem você aí (talvez você nunca tenha estado mesmo)... um feriado no meio da semana, um só dia. Não se pode emendar com seu sábado, domingo, sua sexta ou segunda, tem que se virar com ele!

É aquele dia no meio da semana, como aquele dos tempos do colégio... em que você inventava uma dor qualquer, ou uma febre com um isqueiro e o termômetro pra matar aula. E como uma velha, saudosa e nostálgica, vou aproveitar pra não fazer nada de útil, vou assistir desenho pela manhã (por pior que seja esta safra dos mangás adorados pela nova geração, vou tentar garimpar um scooby-doo, pica-pau, cavalo de fogo, quem sabe tenho sorte) assistir o vídeo show (mesmo de cabelo curto e gordinho, ainda pago pau pro eterno Mocotó, André Marques), vou pular a novela (já são chatas às 18h, às 15h então, nem se fala) e aproveitar pra almoçar alguma coisa com pouquíssima proteína, mas com muita gordura trans, ficar batendo papo no msn, voltar pra frente da tv e assistir a sessão da tarde, emendar com a malhação, no meio de tudo isso zapear alguns outros canais e quem sabe, pra não me sentir tão estúpida, ao final do dia ler mais algumas páginas do livro de Fernando Sabino que já passei da metade.

E pronto, lá se foi o feriado.
E pronto hoje VOCÊ não veio até aqui.
E pronto hoje EU não vim até aqui.

Talvez também não tenha feito nada do que está aí em cima!

E pronto!

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