Começo de mês é aquela coisa, fila, fila e mais um pouquinho de fila.
E ainda tem a lei de Murphy que faz questão de se mostrar presente em toda oportunidade que lhe é dada.
Como meu atual trabalho é daqueles em que se cumpre o horário comercial, mas com certa mobilidade... por exemplo a minha uma hora de almoço (ou uma e meia, segundo essa mesma mobilidade) posso fazer a partir das 11h (pra mim isso é horário de café da manhã) até as 14h.
E lá vou eu, geralmente às 13h. Algumas das vezes preciso ir ao banco, pois como geralmente opto pelo uso do cartão de débito nunca tenho um tostão no bolso, e “vamo combiná” que pagar R$ 2,50 no cartão não gera uma boa recepção por parte do comerciante e também nas contas a acertar com o banco posteriormente (acaba saindo mais caro o molho do que o peixe).
E vamos ao caixa eletrônico... é incrível, parece que o todos os correntistas resolvem aparecer bem naquele horário, pois se você passar quinze minutos antes vai ver na fila umas duas ou três pessoas, mas tome “a atitude” de entrar pra ver o que acontece...já colocou um pauzinho dentro do formigueiro? Viu como as formigas ficam alvoroçadas e correndo pra tudo que é lado? Pois é, com a fila quando você toma “a atitude” também é assim, vem gente que você não sabe de que buraco saiu, e o pior, a maioria consegue chegar na sua frente!
Mas a fila não é o único problema, afinal de contas o que há demais em perder 50% do seu horário de almoço, em pé ao lado de pessoas que você não conhece, praticamente ignora e que acordaram todas com o pé esquerdo fazendo questão de te olhar torto e soltar uma reclamação em alto e bom tom a cada dois minutos?
Os demais problemas... os caixas que resolvem não funcionar (sempre tem uns dois que passam atestado de pobreza ou exibem uma imutável tela preta), as filas preferenciais, ah como essas me irritam, não pelos velhinhos, eles eu respeito, mas os portadores de deficiência (exclui-se aqui, aqueles com real necessidade de preferência)... pq uma pessoa que não tem uma das mãos pode furar a fila? Não precisaria da outra mão de qualquer forma, dá pra apertar todos os botões com uma só, são as pernas que ele tem que usar... pra ficar em pé, ali na fila, como todos nós! E os cadeirantes? Já estão sentados, qual o problema em esperar?
Mas não, não é só isso (nesse tom de comerciais de tv norte-americanos mesmo) tem mais... aquelas pessoas que esquecem onde estão, que não tiveram infância ou ainda se mantém em estado retardado da mesma... pensam que o caixa eletrônico é fliperama, ficam lá horas a fio “brincando” e ouvindo os pi-pi-pis, e a maquina ainda põe lenha na fogueira... retire o seu cartão, coloque o seu cartão... pare um pouquinho, descanse um pouquinho... retire o seu cartão!!
Francamente, tem gente esperando... alooo, por incrível que pareça, a gente tem mais o que fazer!!!
Decidi que só encaro essas filas em caso de extrema necessidade, passo a optar pelos horários mais calmos e praticamente perigosos, perto das 22h. O máximo que pode acontecer é que eu seja assaltada, mas aí é outra história...
E ainda tem a lei de Murphy que faz questão de se mostrar presente em toda oportunidade que lhe é dada.
Como meu atual trabalho é daqueles em que se cumpre o horário comercial, mas com certa mobilidade... por exemplo a minha uma hora de almoço (ou uma e meia, segundo essa mesma mobilidade) posso fazer a partir das 11h (pra mim isso é horário de café da manhã) até as 14h.
E lá vou eu, geralmente às 13h. Algumas das vezes preciso ir ao banco, pois como geralmente opto pelo uso do cartão de débito nunca tenho um tostão no bolso, e “vamo combiná” que pagar R$ 2,50 no cartão não gera uma boa recepção por parte do comerciante e também nas contas a acertar com o banco posteriormente (acaba saindo mais caro o molho do que o peixe).
E vamos ao caixa eletrônico... é incrível, parece que o todos os correntistas resolvem aparecer bem naquele horário, pois se você passar quinze minutos antes vai ver na fila umas duas ou três pessoas, mas tome “a atitude” de entrar pra ver o que acontece...já colocou um pauzinho dentro do formigueiro? Viu como as formigas ficam alvoroçadas e correndo pra tudo que é lado? Pois é, com a fila quando você toma “a atitude” também é assim, vem gente que você não sabe de que buraco saiu, e o pior, a maioria consegue chegar na sua frente!
Mas a fila não é o único problema, afinal de contas o que há demais em perder 50% do seu horário de almoço, em pé ao lado de pessoas que você não conhece, praticamente ignora e que acordaram todas com o pé esquerdo fazendo questão de te olhar torto e soltar uma reclamação em alto e bom tom a cada dois minutos?Os demais problemas... os caixas que resolvem não funcionar (sempre tem uns dois que passam atestado de pobreza ou exibem uma imutável tela preta), as filas preferenciais, ah como essas me irritam, não pelos velhinhos, eles eu respeito, mas os portadores de deficiência (exclui-se aqui, aqueles com real necessidade de preferência)... pq uma pessoa que não tem uma das mãos pode furar a fila? Não precisaria da outra mão de qualquer forma, dá pra apertar todos os botões com uma só, são as pernas que ele tem que usar... pra ficar em pé, ali na fila, como todos nós! E os cadeirantes? Já estão sentados, qual o problema em esperar?
Mas não, não é só isso (nesse tom de comerciais de tv norte-americanos mesmo) tem mais... aquelas pessoas que esquecem onde estão, que não tiveram infância ou ainda se mantém em estado retardado da mesma... pensam que o caixa eletrônico é fliperama, ficam lá horas a fio “brincando” e ouvindo os pi-pi-pis, e a maquina ainda põe lenha na fogueira... retire o seu cartão, coloque o seu cartão... pare um pouquinho, descanse um pouquinho... retire o seu cartão!!
Francamente, tem gente esperando... alooo, por incrível que pareça, a gente tem mais o que fazer!!!
Decidi que só encaro essas filas em caso de extrema necessidade, passo a optar pelos horários mais calmos e praticamente perigosos, perto das 22h. O máximo que pode acontecer é que eu seja assaltada, mas aí é outra história...
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