Mais um fim de semana que se foi rápido como a flecha do Robin Hood a roubar o ouro dos ricos e, no meu caso o tempo livre dos pobres. (Se você espera um texto poético, não se iluda!).
Foi o segundo consecutivo em que passei sete horas dentro de um ônibus, mas valeu a pena... a combinação entre Analândia, rever pessoas queridas, doses modestas de birita, um reencontro com os rodeios, muita risada, fugir da programação televisiva, é sempre um bom investimento!
Mas mesmo assim vou reclamar da viagem! Tenho feito muito disso por aqui né? Dane-se!
Estes, relativamente novos, ônibus de viagem com ar condicionado são bem confortáveis quando se fala do acolchoado das poltronas, da geladeira com vários copinhos d’água a sua disposição, dos amortecedores que te protegem dos solavancos de nossas estradas, o filminho de quinta (que distrai)...
Vai uma dica, se o veículo possui banheiro escolha uma das poltronas da primeira metade, vai evitar o odor peculiar a cada abertura de porta... aliás, pra usar aquele banheiro tem que ter o dom, confesso que em anos de uso deste tipo de transporte só me arrisco em último caso (não vou expor detalhes e peço que não use sua imaginação).
Foi o segundo consecutivo em que passei sete horas dentro de um ônibus, mas valeu a pena... a combinação entre Analândia, rever pessoas queridas, doses modestas de birita, um reencontro com os rodeios, muita risada, fugir da programação televisiva, é sempre um bom investimento!Mas mesmo assim vou reclamar da viagem! Tenho feito muito disso por aqui né? Dane-se!
Estes, relativamente novos, ônibus de viagem com ar condicionado são bem confortáveis quando se fala do acolchoado das poltronas, da geladeira com vários copinhos d’água a sua disposição, dos amortecedores que te protegem dos solavancos de nossas estradas, o filminho de quinta (que distrai)...
Vai uma dica, se o veículo possui banheiro escolha uma das poltronas da primeira metade, vai evitar o odor peculiar a cada abertura de porta... aliás, pra usar aquele banheiro tem que ter o dom, confesso que em anos de uso deste tipo de transporte só me arrisco em último caso (não vou expor detalhes e peço que não use sua imaginação).
Crianças a bordo... oh céus, deveria haver uma lei que proíbe isso, as menores sempre vão no colo dos pais, é incrível como quando não estão na poltrona ao lado da minha estão em uma das outras três opções: frente, atrás ou ao lado aquela depois do corredor sabe? E como choram... quando não choram são mal educadas e/ou hiperativas. Desconfio que aqueles bebês fofos dos comerciais de tv não existem, ou no mínimo não andam de ônibus!
E os bêbados, estes costumam sentar lá no fundo (também um bom motivo para escolha das poltronas da frente), mas quando eu ainda insistia em fazer parte da “turma do fundão” tive que agüentar estas figuras... fétidas, espalhando perdigotos, desafinadas e carentes de atenção. Também deveria haver uma lei que proíbe isso.
Sem falar nas outras figuras, o tiozão sukita (tem de penca), aquele (a) que descobriu o celular e ainda não sabe que toque vai usar, aquela senhorinha que conta a vida inteira desde o nascimento da vó dela, os adolescentes presos no mundo de Raul, Cobain e Legião (a salvação deles chegará em breve), os cantores com fone de ouvido...
Além da barulheira tem o ar condicionado... o motorista, que tem sua cabine exclusiva, anti-ruídos e com janelinha (das antigas, que ainda se pode abrir) não se liga que como se não bastasse o frio que tem feito do lado de fora ultimamente, faz questão de diminuir ainda mais a temperatura do lado de dentro, caramba... juro que pensei estar comprando passagem pra um ônibus de viagem, não pra um frigorífico animado...
E eu? Só queria utilizar estas minhas sete horas (entre ida e volta) pra dormir, afinal a intenção é aproveitar ao máximo o um dia e meio que me restarão da viagem!!!
E mesmo assim está decidido, lá vou eu pra mais uma caixinha de surpresas no próximo fim de semana!
Obs: Ontem foi segunda-feira, com reunião às 8h da matina (ninguém merece), estando com sono em atraso e dentista no final do dia, o mínimo que eu podia fazer era não escrever nada, sendo assim, o fiz!
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